quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Duas horas da manhã e um texto bem "mais ou menos"

Faz alguns dias que estou pensando em o que colocar na primeira postagem de 2014. Não que eu tenha alguma obrigação com alguém de escrever neste blog, além de eu mesma.Prometi para mim que não iria deixar este blog as moscas. Bom, poderia escrever nesta primeira postagem de 2014 sobre como foi terrível não passar no vestibular ou sobre como estava dando tudo errado nesta entrada de ano. Mas não irei encher você (se é que alguém lê este blog) com meus "pequenos" problemas toscos. Vim aqui falar sobre um livro/filme que realmente me tocou! E se me tocou porque não compartilhar aqui, né? "A menina que roubava livros". Falar sobre o nazismo e ver filmes sobre este tema, sempre me tocaram profundamente e me fizeram pensar muito. Porra, não consigo entender como alguém pode defender Hitler, depois de toda a crueldade, tristeza e sofrimento que ele trouxe para judeus, negros, comunistas e para quem ia contra este sistema. "Os seres humanos me assombram" já dizia a morte, e concordo completamente... Milhares de momentos em nossa história os homens conseguiram ser malvados, desumanos e egoístas. Porém, ao mesmo tempo que neste filme/livro é demonstrado este lado cruel do ser humano é visto também a bondade e a humanidade pertencentes a milhares de pessoas. "De que servem as palavras?" Como Liesel, me perguntei sobre isto e cheguei a uma conclusão: As palavras quando usadas da forma correta podem salvar. Super recomendo o filme, como o livro (que pretendo acabar).

Termino de escrever como uma sensação que poderia ter colocado neste pequeno texto muito mais do que pensei e senti após sair do cinema, mas por enquanto ficará assim.


"Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito." Markus Suzak - A menina que roubava livros

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